Edição 282
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Novo agroglifo aparece no oeste de Santa Catarina

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10 de Jan de 2021
Duas formas de se ver o agroglifo de Ipuaçu de 28 de outubro: uma figura complexa , mas qual seria seu significado?
Créditos: JEAN CARLOS BERTOSSO

Depois de dois anos sem manifestações, uma figura geométrica relativamente complexa foi descoberta na propriedade do senhor Diego Griebler, em Ipuaçu, oeste de Santa Catarina, na manhã da quarta-feira, 28 de outubro. Foi o único agroglifo do ano. O fato foi primeiramente noticiado à Equipe UFO pelo seu colaborador Marcelo Franzosi, morador da região que inúmeras vezes conseguiu ser um dos primeiros a chegar a locais de agroglifos. A Equipe anunciou o acontecimento à Comunidade Ufológica Brasileira imediatamente por meio de suas redes sociais e aguardou o desenrolar dos acontecimentos.

Na manhã de 01 de novembro, o editor da Revista UFO A. J. Gevaerd e a gerente Jacqueline Koppe Diniz se deslocaram de Curitiba até a localidade do agroglifo, a cerca de 400 quilômetro de Curitiba, que fica a meio caminho entre Ipuaçu e Abelardo Luz, às margens da estrada sem pavimento SC-479.O local foi alcançado por volta de 13h00 e estava no aclive de uma plantação de trigo prestes a ser colhida. A pesquisa in loco revelou uma figura de tamanho considerável, composta por vários elementos curvos e retilíneos. No local onde estava o agroglifo também já o analisava o pesquisador catarinense Fabiano Timm. O grupo depois ainda receberia os gaúchos Bruno Campestrini e Laís Chiodelli.

Os cães latiram

Consultados, os vizinhos mais próximos, cuja residência se encontra a cerca de 2 km de distância em linha reta, em outro aclive, tendo em relação ao agroglifo uma depressão no terreno, e apartados pela citada estrada, disseram nada ter visto de incomum, mas que seus cães ficaram muito agitados na noite anterior à descoberta, 27 de outubro. “Os cães latiram muito durante à noite, o que não é hábito deles”, disseram os moradores, acrescentando que chovera muito na noite que precedeu à descoberta do agroglifo.

Chegando ao local e fazendo as primeiras análises da figura, notou-se um padrão comum com outros registros anteriores, feitos na mesma localidade, Ipuaçu, e seu entorno. A figura era composta de um círculo de cerca de 50 m de diâmetro, dentro do qual estavam um triângulo e três arcos formados pela dobra das plantas de trigo quase na altura do solo. Não havia nenhum sinal de ação humana. O agroglifo, diferentemente de tantos outros registrados na localidade, estava a cerca de 500 m da citada estrada de chão batido, difícil de se ver e de ser alcançado. Em casos anteriores, sempre estavam à beira das estradas, pavimentadas ou não, absolutamente visíveis e facilmente alcançáveis.

Inteligência não humana

Logo de partida percebeu-se que agroglifo pareceu ter sido produzido por uma inteligência não humana, ainda a ser determinada, devido à sua relativa perfeição — “relativa” porque não se pode esperar que uma figura feita sobre uma colheita e um terreno irregular seja totalmente geométrica e minuciosamente precisa. Enquanto o círculo externo e os arcos tinham uma largura de dois metros de plantas uniformemente dobradas, lado a lado, e não sobrepostas umas às outras, os lados do triângulo tinham uma largura exata de 1,2 m. A base do triângulo tinha 45 m enquanto seus lados tinham 42,5 m, sendo, portando, isósceles. Assim, o triângulo não foi produzido exatamente no ponto central do círculo, mas um pouco acima dele.

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